Início » Especialista explica aumento da dívida do Atlético e aponta caminho para sustentabilidade


Na noite da última quinta-feira (30/4), o Atlético publicou o documento que evidenciou uma já conhecida preocupante realidade vivida pela instituição: o grave panorama financeiro, novamente confirmado por balanço – que, desta vez, revelou dívida superior a R$ 1,7 bilhão. Para melhor compreensão dos números contidos nas demonstrações divulgadas pelo Galo, o No Ataque consultou o analista de finanças Pedro Ávila, de 31 anos, que explicou o aumento das pendências do clube e apontou caminho para a sustentabilidade econômica.
O balanço financeiro referente ao exercício de 2025 do Atlético tem 185 páginas e foi publicado no “Portal da Transparência” do site oficial do clube. O documento revelou que o Galo conseguiu aumento de receitas brutas em 14% em relação ao ano anterior, alcançando inéditos R$ 768 milhões. Em contrapartida, o endividamento bruto saltou 29,4%, de R$ 1,3 bilhão para R$ 1,7 bilhão.
Ao No Ataque, Pedro Ávila explicou que o aumento das receitas do Atlético em 2025 se deve principalmente às vendas do meio-campista Rubens e do atacante Alisson a Dínamo de Moscou-RUS e Shakhtar Donetsk-UCR, respectivamente. Ambos os atletas foram revelados pelas categorias de base do clube mineiro.
“O Atlético divulga a receita total. Se você compara com o Cruzeiro, o Cruzeiro deixa de fora a receita com venda de atletas dessa receita operacional. Entra em ‘outras receitas’. Esse é o primeiro ponto. Quando a gente olha a parte operacional do Atlético, antes de entrar em resultado financeiro, a gente vê que é um resultado quase ‘0 a 0’, assim como aconteceu em 2024. Por quê? Em 2024, foi por conta da venda do Paulinho, que foi quase na virada do ano, em um valor expressivo. Fez com que o operacional ficasse perto do ‘0 a 0′”, iniciou.
“Em 2025, vem muito das vendas de Alisson e Rubens. Hoje, o Atlético, para manter a folha e os investimentos que faz, necessariamente precisa vender atletas – e a gente vê que esses atletas têm sido cada vez mais novos. Provavelmente, para 2026, o que a gente espera é a venda de atletas talvez antes mesmo de chegaram ao profissional”, prosseguiu o especialista, que também é engenheiro mecânico.

Ao explicar o endividamento do Atlético, Pedro destacou ponto preocupante para a gestão da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) alvinegra. Ao menos R$ 1 bilhão representa a dívida de curto prazo do Galo e exige soluções imediatas.
“Quando a gente fala de dívida, cada pessoa vai fazer o cálculo de uma forma. Não é correto a gente falar que todo o passivo é dívida. Normalmente, o que a gente considera como dívida é: compra de atleta, fornecedores a pagar, empréstimos e financiamentos – aí entram as debêntures, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Por isso, essa conta nunca vai bater. Normalmente, o Atlético vai jogar para baixo, alguns analistas vão jogar para cima”, explicou.
“Mas o que você pode ter certeza é o seguinte: sempre que um clube ou uma empresa tiver um prejuízo, a tendência é que a dívida dela tenha aumentado. Por quê? Porque o prejuízo significa que você teve uma despesa maior do que sua receita. Se você teve isso, você precisa arrumar dinheiro de algum lugar para completar isso que faltou. Normalmente, você consegue esse dinheiro através de dívida”, continuou Pedro.
“A gente vê um passivo de curto prazo de R$ 1,4 bilhão. Curto prazo são 12 meses, um ano fiscal. Então, até o final de 2026. De passivo total. Mas vamos chamar de dívida o que o Atlético chama, que são as operações onerosas. De operações onerosas, serão R$ 685 milhões de empréstimos e financiamentos, mais uns R$ 310 milhões de atletas, de contas a pagar por transferências de jogadores. Chega em R$ 1 bilhão para ser pago em 12 meses, com certeza. Pelo menos R$ 1 bilhão no curto prazo de dívida bruta”, destrinchou o especialista.
No início desta década, sem recursos suficientes para concluir as obras da Arena MRV, o Atlético recorreu a Certificados de Recebíveis Imobiliários. Esses títulos de renda fixa são emitidos por securitizadoras para financiar o mercado imobiliário e transformam dívidas futuras de construtoras ou aluguéis em títulos negociáveis.
Ao todo, o Galo captou R$ 440 milhões em CRIs para finalizar a construção do estádio localizado no Bairro Califórnia, em Belo Horizonte. O clube planejou cumprir com esses compromissos com as receitas da própria Arena MRV.

Nos últimos anos, o Atlético já havia tentado costurar manobras para esticar prazos relacionados aos CRIs. Agora, no entanto, os covenants firmados em contratos com os credores foram propulsores de uma mudança significativa no perfil da dívida do Galo, e Pedro explicou a situação.
“No mercado financeiro, quando você emite uma dívida, é muito comum que existam algumas cláusulas que te impeçam de continuar se alavancando. Essas cláusulas a gente chama de covenants. O que elas dizem? Dizem assim: ‘Olha só, eu estou te emprestando. Você pode me pagar em 10 anos. Só que se você descumprir algum indicador financeiro que a gente está colocando aqui, eu passo a ter o direito de te cobrar à vista’. E o que o Atlético fez nos CRIs que emitiu lá atrás para a construção da Arena MRV foi colocar dois covenants“, iniciou ao No Ataque.
“Um covenant é a relação de parte da receita com a despesa da dívida e a outra é do patrimônio com a dívida. Isso não precisamos entrar no detalhe técnico. O que acontece é que ele descumpriu esses covenants, então se alavancou mais do que poderia. A partir do momento que isso acontece, os credores dos CRIs podem bater na porta do Atlético e falar: ‘Bom, tudo bem. Me paga agora’”, explicou.
“O que o clube tem que fazer nessa situação? Pegar todos os CRIs que tinham um vencimento maior e considerar que vão vencer em 12 meses porque agora é refém dos credores, basicamente isso. Se fossem só os CRIs, já seria muito prejudicial. Acontece que o clube emitiu debêntures, acho que em 2024, e essas debêntures provavelmente têm alguma cláusula que a gente chama de cross default, que é o seguinte: se alguma dívida sua tiver o vencimento antecipado, as debêntures passam a ter o vencimento antecipado”, continuou.
“Então, a situação fez com que os CRIs tivessem vencimento antecipado e as debêntures também. O Atlético teve que pegar tanto os CRIs como as debêntures, que classificava como vencimento longo, e dizer que agora acredita que vencerão em 12 meses, porque agora é refém dos credores. Normalmente, quando isso acontece, os credores sentam para conversar. Em vez de executarem de uma vez, pedem um adicional de garantia, mudam os termos”, concluiu Ávila.
Os números evidenciam o tamanho da “bola de neve” alvinegra. Ao fim de 2025, o Atlético tinha quase R$ 1,1 bilhão em dívidas de curto prazo.
“Tudo isso se transformou em curto prazo. Todo o CRI e todas as debêntures se transformaram em curto prazo. R$ 1,4 bilhão seria todo o passivo circulante. Vou falar por conta: empréstimos e financiamentos, que são CRIs e dívidas bancárias de curto prazo: R$ 685 milhões. Contas a pagar de transferências de jogadores: R$ 308 milhões. Então, um pouquinho mais de R$ 1 bilhão ao todo. E operações de debêntures: R$ 48 milhões”, detalhou Pedro.
“Dá quase R$ 1,1 bilhão de curto prazo, que é o que a gente pode chamar de dívida bruta. Porque o clube vai alegar que não, que tem contas a receber na transferência de jogadores e que você tem que abater isso na hora de calcular sua dívida líquida. O valor a receber é R$ 115 milhões e, no futebol brasileiro, não dá para contar com isso”, disse ao NA.
Ainda de acordo com as demonstrações financeiras da SAF do Atlético em 2025, o clube gastou R$ 311 milhões com a folha salarial do futebol profissional em 2025. Considerando também o 13º salário pago aos profissionais, a despesa girou em torno de R$ 23,9 milhões por mês no ano passado.
“Sobre o nível de investimento: quando a gente olha para salários, o custo do Atlético é muito alto e é muito distante do que apresenta em campo. Por quê? Tem jogadores que fizeram história no clube e hoje recebem muito acima do que talvez outro clube pagaria. Esse movimento de você girar o elenco, e a gente já viu a saída do Hulk, provavelmente a saída do Bernard, Junior Alonso”, começou Pedro ao analisar o tópico.
“Tudo isso tende a diminuir a sua folha salarial. Partindo para um cenário para 2027, do clube mantendo o mesmo valor de folha, só que com outros jogadores, a gente pode dizer que provavelmente o Atlético vai ter um desempenho esportivo maior para o mesmo custo. Isso pensando em 2027”, estimou.

Pedro Ávila disse ver o Atlético “preso” a nomes que renderam bons frutos ao clube no passado. O especialista reforçou que essa linha de trabalho tem impacto direto nos números apresentados no balanço financeiro.
“Além do aporte, você tem que tentar renegociar as dívidas de curto prazo e vender jogador. Além da reformulação do elenco: você consegue ter um elenco melhor com o mesmo custo mensal, sem sombra de dúvidas. O caso do Atlético me lembra muito o Barcelona pré-Covid: era um clube muito grato aos atletas que fizeram história. É uma gratidão eterna”, opinou.
“Parece que não sabe quebrar o ciclo. Você acaba pagando muito caro para um jogador em decadência. Isso reflete no balanço, diretamente. É um custo muito alto de futebol. Hoje, a folha salarial do Atlético é uma folha de zona de Libertadores, sem dúvida nenhuma. Dá para cravar. Com certeza, é um dos oito clubes que mais gastam com folha mensal”, concluiu o raciocínio.
A SAF do Atlético detalha, no balanço financeiro, que teve prejuízo de R$ 882 milhões em 2025. O número é expressivo e, naturalmente, chama atenção.
Uma única linha presente nas contas foi responsável por R$ 572 milhões do montante descrito acima. Isso porque o ativo relacionado ao departamento de futebol do Galo foi reduzido em 41%. Pedro explicou o cenário.
“Tem um ponto muito importante que é o impairment. Quando a SAF foi instituída, foi preciso calcular quanto valia o futebol do Atlético. Quem fez esse cálculo foi a LCA, uma empresa de consultoria bastante relevante no mercado. Como ela faz? O que a gente chama de fluxo de caixa descontado. Pega todo o potencial que o Atlético tem de gerar fluxo de caixa daqui até a eternidade e traz isso em valores de hoje, descontando a inflação e mais o custo de capital”, iniciou.
“O que influencia nesse custo de capital? Várias coisas: base de torcedores, engajamento de torcedores, até o elenco que você tem. Fez o cálculo e chegou que o futebol do Atlético deveria valer R$ 1,3 bilhão a R$ 1,4 bilhão. No entanto, o departamento de futebol do Atlético tinha seus ativos. Tanto ativo bruto, como equipamentos, como os atletas também”, prosseguiu.
“Ela faz esse cálculo de valor justo de duas formas: uma com o fluxo de caixa descontado e outra somando cada ativo que o departamento de futebol tinha. A diferença entre eles é o que a gente chama desse intangível. O que isso significa? Na época, o que a SAF pagou pelo departamento de futebol valia R$ 1,3 bilhão a mais do que se a gente somasse cada ativo lá dentro. Isso virou o intangível”, explicou Ávila.
“A cada ano, os clubes e as empresas no geral precisam fazer um teste de impairment, que é recalcular o valor do clube – o valor que foi pago lá em 2023. Em 2025, quando a mesma LCA refez o cálculo, ela falou assim: ‘Espera aí, gente. Hoje, fazendo a metodologia do fluxo de caixa descontado, o Atlético não vale mais a mesma coisa que valia anteriormente. Na verdade, hoje ele vale R$ 572 milhões a menos do que calculamos em 2023’. Quando ela precifica com valor a menos do que já precificou antes, essa diferença tem que passar como uma despesa”, concluiu ao NA.
Detalhe importante é que esta despesa foi classificada como financeira. Na avaliação de Pedro Ávila, a medida se deu para “não poluir” o resultado operacional do balanço do Atlético.
“Só que o que me chama muita atenção é que essa despesa, invariavelmente, no mercado, a gente considera como despesa operacional – não como despesa financeira. Isso entraria ali como outras despesas operacionais, e o resultado operacional seria negativo em uma ordem ali de R$ 500 milhões. Só que, por algum motivo, a SAF e a auditoria optaram por colocar esse valor como despesa financeira. Provavelmente, para não poluir o resultado operacional”, encerrou.
Na avaliação de Pedro Ávila, o futuro do Atlético passa, a princípio, pela recuperação da credibilidade perante instituições e outros clubes no mercado – trabalho conduzido principalmente pelo CEO Pedro Daniel, agora o nome mais forte na gestão da SAF alvinegra.
“Nenhum clube investe à vista, mas o Atlético entrou em uma fase tão difícil que é difícil até de comprar parcelado. Primeiro, tem que se reorganizar, mostrar para o mercado que é um bom pagador. Aí sim, pode voltar a aquele plano de investir pagando a longo prazo, tendo retorno esportivo para aumentar a receita, aumentar o resultado e por aí vai”, projetou.

Para Pedro Ávila, a utilização da Arena MRV como fonte geradora de receita é fundamental para o futuro financeiro do Atlético. “Quando a gente fala de CRI, não significa que toda receita da Arena MRV vai para pagar o CRI. É como se a receita da Arena MRV fosse a garantia. Ele tem prazos, e a securitizadora estipula um volume a cada mês no momento da criação. Você pega parte da receita que dá esse volume e repassa para securitizadora, que repassa para os detentores do CRI. E o clube fica com o resto”, explicou.
“O ponto que eu imagino é mais ou menos fazer o que o Palmeiras faz com o Allianz: trazer evento de fora, bastante show, receitas além do futebol. Eu acho estranho, porque a Arena já está há dois, três anos, e a gente não tem visto muita coisa acontecendo”, disse.
O clube já começou a receber os primeiros pagamentos de um aporte que totalizará R$ 530 milhões, de acordo com a Rádio Itatiaia. O montante, que aumentará a participação da família Menin como acionista da SAF do Galo, será inteiramente direcionado à redução do endividamento oneroso.
“Eu acho que o Atlético consegue equacionar as dívidas onerosas de curto prazo com esse aporte – não as totais, isso com certeza não vai acontecer, mas a de curto prazo. Aqui, entra um ponto bem delicado, sobre o vencimento antecipado das debêntures e dos CRIs. Eu acredito que os credores vão exigir o vencimento antecipado? Acredito que não. Só que vão pedir alguma contrapartida para poder não fazer essa exigência. Normalmente, essa contrapartida passa por aumento de garantia. Às vezes, um crédito que não tinha garantia, você vai começar a exigir os recebíveis de cota de TV, de patrocínio, de venda de atleta… Isso vai sufocando mais o clube”, afirmou.
“Você vai mudar alguma cláusula para proteger mais os credores, para os credores aceitarem não te executar de imediato. Qual é o problema disso? Se o Atlético tiver que ir a mercado captar dinheiro novo, essa garantia que ele deu para uma dívida que já existia não pode ser dada. Isso tende a aumentar o custo de captação dele a partir de agora”, projeto.
Ávila acredita que o aporte será rapidamente “dissipado” em virtude das dívidas do Galo. O especialista em finanças indicou tendência de que a SAF siga renegociando dívidas para ganhar prazo no mercado, ainda que haja dificuldades para tal.
“O que eu imagino que vai acontecer: esse aporte vai ser igual colocar um algodão doce dentro da água. Na mesma hora, vai desaparecer. Mas vai diminuir o seu endividamento de curto prazo. O clube já está tentando renegociar com atletas, clubes e empresários para poder esticar a dívida. Então, parte desses R$ 310 milhões que ele tem de contas a pagar por transferências de jogadores no curto prazo, ele vai tentar esticar isso. Vai tirar do curto prazo e vai jogar para o longo prazo”, pontuou.
“O que faltar, tem algumas formas de poder pagar: ele pode emitir novas dívidas em um prazo maior. Tem também valores a receber por transferências de jogadores, mas isso aqui é muito complicado, porque no Brasil a gente sabe que ninguém paga em dia. Não dá para contar com esse valor. E tem as receitas recorrentes: direito de TV, patrocínio, bilheteria, etc. O que dá para a gente falar: o aporte não traz flexibilidade para que o clube invista em futebol no curto prazo. O cenário esportivo é o mesmo”, ponderou.

Por fim, diante do cenário, No Ataque questionou Pedro Ávila sobre qual seria o tamanho do aporte ideal para que o Atlético praticamente zerasse as dívidas onerosas e tivesse maior fôlego para o futebol. Diante dos números apresentados pela SAF alvinegra, o especialista deixou claro que a injeção de R$ 530 milhões – que já começou a ser aplicada – no clube será suficiente para conter apenas parcialmente o problema.
“Ano passado, a gente falava de algo na casa de R$ 600 milhões. Hoje, acho que a gente poderia trabalhar com R$ 800 milhões a R$ 900 milhões para resolver a situação. Aí, se você aporta isso, tem uma capacidade boa de começar a reinvestir no futebol”, afirmou.
“O aporte necessário seria de R$ 800 milhões a R$ 900 milhões. Como o clube vai tentar resolver sem esse aporte? Vai tentar esticar o prazo da dívida, conversar com os credores. Ou então, captar a longo prazo para pagar o curto prazo. É o que o clube já tem feito há muito tempo, além de conversar com os credores: trocar dívida por mais dívida. Mas aí tem um problema grande, que é: você fazer isso hoje é muito mais caro que ano passado, que foi mais caro que em 2023. Então, essa nova dívida provavelmente vai ter que emitir a uma taxa maior”, explicou.
“Vai ter que vender jogadores, tentar repactuar na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) as dívidas já existentes. Vai ter que fazer alguma mágica. Mas o Pedro Daniel (CEO) é uma boa pessoa para fazer isso”, encerrou.
“Hoje, eu só vejo o Atlético sustentável de um jeito competitivo, brigando por título, vendendo atletas e vendendo atletas jovens. Não vai ser comprando jogador de 30 anos por 6 a 8 milhões de euros que a conta vai fechar.”
Pedro Ávila, especialista em finanças empresariais, ao No Ataque
A notícia Especialista explica aumento da dívida do Atlético e aponta caminho para sustentabilidade foi publicada primeiro no No Ataque por Lucas Bretas

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